Caso Petro de Luanda e FAF nos Bastidores "O que aconteceu de Concreto"
Futuro candidato à presidência da FAF, Mi Mosquito, diz que "para ser respeitado, há uma necessidade de dar-se ao respeito"
A actual situação que envolve o clube Petro de Luanda e a FAF, mereceu as declarações de Horácio Mosquito, presidente do Recreativo da Cáala e futuro candidato à presidência do órgão reitor do futebol em Angola. Falando em exclusivo ao XAA-Desporto, fez saber:
"Nesta situação em que há braço de ferro entre o Petro e a federação angolana de futebol, temos que saber dividir as coisas. Uma coisa é o respeito que o órgão reitor tem de merecer de todos nós...para que se respeite esses estatutos da FAF há uma necessidade de dar-se ao respeito "...começou por dizer, Mi Mosquito.
"...O Petro tem um diferendo em relação a um jogador...que alegadamente tem um acordo que para obter a sua rescisão, há um valor a ser pago, então é uma questão de se aferir se os direitos do jogador estão a ser beliscados ou do clube"...
"No que concerne a Supertaça, acredito que a FAF está coberta de razão no sentido de que o Petro jogou, e então à partida, o facto de não aceitar receber medalhas, significa de alguma forma estar a agir contra aquilo que são os princípios da boa fé, da camaradagem...será que se o Petro tivesse ganho o jogo receberia as medalhas? Creio que o Petro queixa-se do terreno do jogo...mas acho que estava lá para os dois e foi aprovado pelo órgão reitor para se jogar lá"...Revelou, Horácio Mosquito.
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