A IMPORTÂNCIA DO HEDGE NA BOLSA DE VALORES (GERANDO LUCRO OU PREJUÍZO?)
Quando se aborda sobre prejuízo e Lucros no que tange a Bolsa de valores não podemos deixar de parte um dos grandes elementos: O hedge não gera lucro ou prejuízo, mas cooperação objecto.
Como exemplo uma operação de importação de 100 mil dólares em 90 dias sendo fixado 3,50 reais de hedge, vai pagar na composição do fechamento de câmbio adicionado a operação de hedge 350 mil reais, por exemplo, e vai receber 50 mil em derivativos, ou seja, a operação sai por 300 mil.
Para o banco derivativos é uma operação de crédito. Se o resultado for negativo para a empresa, ela vai ter de pagar isto seria o risco de crédito sob o percentual contratado.
A operação de risco ocorre através dos futuros de DI e de Cupom Cambial com contrato com taxa de juros em dólares. Todavia, faz-se importante colocar que, ao realizar o hedge a fim de se precaver contra variações de preços que lhes sejam prejudiciais, os agentes econômicos também estão renunciando a ganhos extraordinários que poderiam ser auferidos e, aguardarem a mudança no preço do mercado ser-lhes novamente favorável a outras pretensões.
No entanto para não podermos retratar sobre um elemento primordial na compra de acções. É muito especulativo se pensar que, com o dólar operando em queda livre nos últimos anos, pode-se presumir que não precisa da precaução cambial através do Hedge.
Especular com derivativos cambiais,
como ocorreu em 2008, pode ser muito perigoso agora em 2019, uma das características mais comuns que são percebidas se
apresenta no memento em que os gestores cambiais admitem tomar algumas posições utilizando como base as visões futuras de mercado e tendem a fazê-las
em mercados relacionados mercados levando em foco apenas a atividade operacional
de determinada empresa, supondo possuem informação superior e, privilegiadas como vantagem ao trading nestes mercados (LORENZEN, 2011).
Em metáfora, colocar a carroça na frente dos bois pode ser um dilema
diante dos novos mercados financeiros. Em economias que podem ser
abaladas de um dia para o outro, não se proteger das oscilações do câmbio pode ser demasiadamente perigoso.
Um outro problema é adquirir investimentos fixos em dólar a longo prazo, usando o derivado DOL, sem usar o Hedge seletivo, confiando por exemplo que as oscilações da moeda deverão obedecer a um certo patamar. Caso a moeda local se desvalorize muito com relação ao dólar este investidor poderá auferir perdas.
A escolha dos operadores também pode causar algumas dores de cabeça, mesmo aqueles que possuem grande experiência sabem que ações e cotações de moedas dependem do meio ambiente e ninguém tem controle sobre o que pode ocorrer, de modo que a falta de cautela pode ser encarada como um dos grandes problemas (LORENZEN, 2011).
Alguns operadores de câmbio espalhados pelo mundo afora colocam que os ganhos rápidos são sempre os mais perigosos, ao passo que os mais conservadores além de estudarem os melhores ganhos com moedas e especulações não podem deixar de lado a precaução necessária.
Enfim, prega-se que falta de cautela e de investimento em segurança são dilemas que se podem evitar nas operações financeiras como um todo, sendo neste caso, o uso do hedge e derivados uma opção que pode ser levada em consideração, apesar dos custos (LORENZEN, 2011).

Enviar um comentário